
No último dia 04/03, ocorreu uma nova reunião com o SERPRO, que tinha por propósito discutir a proposta de PLR que a Empresa tenta a todo custo nos impor.
Infelizmente, nenhuma evolução na negociação! A Empresa chegou em mesa com o mesmo posicionamento, demonstrando que sua presença foi apenas para “cumprir tabela”. Não existe argumento que vença a intransigência de quem não está disposto a ouvir, muito menos a negociar.
A proposta de PLR do SERPRO é a pior de todas, comparado com a da BBTS e da DATAPREV.
A diretoria da Empresa certamente está aflita para receber a sua PLR, denominada RVA, calculada de um a três salários, a depender do atendimento das metas. Em números concretos, estima-se uma média de R$ 100 mil para cada diretor, aproximadamente. Enquanto nós, “pobres mortais”, que trabalhamos para tornar realidade esta lucratividade, tudo indica que não será nem metade de um salário.
Fica evidente a injustiça e demonstração, para os trabalhadores, de que esta pauta PLR serve aos interesses da Empresa, não dos trabalhadores. Nenhum empregado, em sã consciência, concorda com esta exploração.
O que estamos vendo é a tentativa de uma imposição que terá como resultado “encher o bolso” da diretoria de dinheiro.
CONCLUSÃO DA REUNIÃO: TUDO DISCUTIDO, NADA RESOLVIDO.
Uma reflexão, todavia, é importante:
SE OS TRABALHADORES NÃO CONCORDAREM, A DIRETORIA NÃO RECEBE. ATÉ QUANDO ACEITAREMOS A IMPOSIÇÃO DA EMPRESA SOBRE PLR? SERÁ QUE A CADA VEZ QUE A EMPRESA NOS APRESENTAR “O PIRES” COM A MIGALHA TEMOS DE NOS SUBMETER, PORQUE A MIGALHA VAI PAGAR UMA CONTA QUE O SALÁRIO NÃO ESTÁ DANDO CONTA DE PAGAR? VALE A PENA NOS MANTERMOS NESSA LÓGICA?
O comando se reunirá no próximo dia 09/03, para refletir sobre esta negociação e tirar o encaminhamento para as assembleias. Na sequência faremos assembleia para tomar a decisão.
Fique atento à convocação da assembleia!



