Os trabalhadores da Prodabel não aceitam reajuste zero em 2017; não aceitam misturar processos na Justiça com negociação salarial; não aceitam perdas; não aceitam a lógica de parcelamento a perder de vista e ainda mais sem juros e correção, o que significa concordar com perdas e receber menos do que determina a Justiça, pois processos trabalhistas têm juros e correção; e querem o abono dos dias parados em 2015 e 2016. Estas foram as decisões da assembleia dos trabalhadores da Prodabel nesta terça-feira, 18 de abril, no pátio da empresa.
Numa assembleia com cerca de 300 pessoas, Sindados-MG e Comissão dos Trabalhadores deram os informes da mesa de negociação ocorrida na segunda-feira, 17 de abril, quando foi assinada a garantia de data-base para 1º de maio de 2017.
Nova mesa de negociação com a diretoria deve ser agendada até a próxima segunda-feira (24/04) ou terça-feira (25/04) e uma nova assembleia já está marcada para quarta-feira, 26 de abril.
O departamento jurídico do Sindados-MG informou que o dissídio de 2015 está no TST (Tribunal Superior do Trabalho) e em vias de ser julgado. O dissídio de 2016 está, neste momento, sendo encaminhado do TRT (Tribunal Regional do Trabalho) para o TST.
Quando uma sentença transita em julgado, a empresa é obrigada a pagar. Caso não pague, é possível o ajuizamento de ação de cumprimento.






