Segundo uma matéria divulgada no jornal Correio Brasiliense, de 04 de abril deste ano, a Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi), maior operadora de planos de saúde de autogestão do País, teve prejuízo milionário, o que a coloca em uma situação difícil.
A reportagem pontua uma sequência de prejuízos de 2016 a 2018: R$ 159,4 milhões, em 2016; R$ 206,1 milhões, em 2017 e R$ 377,7 milhões, em 2018, e menciona que maiores detalhes estão no site da operadora (www.cassi.com.br).
As decisões, ou falta delas, que originaram estes prejuízos, aos moldes do que ocorreu com planos de previdência como SERPROS, POSTALIS, LIBERTAS, etc., nunca são claros e os trabalhadores são sempre chamados a pagar uma conta que não fizeram.
Esta é uma preocupação a mais para os trabalhadores do SERPRO, que são beneficiários de um convênio de reciprocidade SERPRO/CASSI, usando esta assistência à saúde.
A cláusula da assistência à saúde, inclusive, é uma das pendências na negociação coletiva/2019. Haverá relação entre esta matéria e o Acordo Coletivo de Trabalho? Na visão do Sindicato esta é uma ameaça concreta ao plano de saúde Cassi. Sem contar que ainda há o questionamento do contrato de reciprocidade por parte do Tribunal de Contas da União (TCU). Precisamos ficar atentos!



