PRIVATIZAÇÃO EXPLOSIVA: EMPRESAS CAUSARAM ACIDENTES QUE DEIXARAM 7 MORTOS DESDE 2025; COPASA SEGUIRÁ EXEMPLO?

Na quinta-feira, 23 de julho de 2026, passageiros das linhas privatizadas do metrô de São Paulo notaram faíscas pela janela do trem e começaram a filmar. Em poucos segundos, ouve-se uma explosão. O vagão começa a pegar fogo e os passageiros, em desespero, são obrigados a deixar o metrô e seguir a viagem à pé pelos trilhos. A linha que registrou a explosão é operada pela privatizada Trivia Trens.

Cerca de dois meses antes, em 14 de maio, uma explosão por vazamento de gás numa obra da Sabesp privatizada causou duas mortes. Menos de um mês depois, outro vazamento de gás no centro da cidade de São Paulo.

Desde 2025, a Sabesp e a ViaMobilidade, empresa que comprou outras linhas de metrô, estiveram envolvidas em casos de desgargas elétricas, acidentes em manutenções ferroviárias e rompimento de estruturas que deixaram sete mortos.

Falta de água e falhas técnicas: Copasa vai para o mesmo caminho?

A Sabesp foi comprada pela Equatorial Energia, mesma empresa que adquiriu a maioria das ações da Copasa. O temor dos mineiros é que, privatizada, a Copasa vá pelo mesmo caminho no que diz respeito à falta de experiência dos novos donos com o ramo de água e saneamento.

Mas não só. O aumento de falhas na gestão privatizada do metrô de São Paulo aumentaram 56% no primeiro semestre de 2026. As reclamações mensais sobre o serviço da Sabesp privatizada cresceram 70%. As reclamações por falta de água aumentaram 224% desde a privatização.

A Copasa seguirá o mesmo caminho?