A lógica privatista do governo Bolsonaro indigna quando analisamos o que representará privatizar empresa pública tão grandiosa como é o SERPRO, que acaba de receber, pelo segundo ano consecutivo, o prêmio de “melhor empresa de serviços de governo no segmento grande porte”, avaliação do Anuário Informática Hoje, que faz o ranking das 200 maiores empresas de TI do país. Graças ao SERPRO, o Brasil foi eleito, pelo Banco Mundial, como o sétimo país do mundo com a maior maturidade em governo digital.
A DATAPREV, por sua vez, há 47 processa os pagamentos de aposentadorias e pensões para os brasileiros, sem atrasos. Falamos do processamento de pagamentos mensais da ordem de R$ 50,8 bilhões em salário-maternidade, seguro-desemprego, abono salarial, além das aposentadorias e pensões.
Privatizar a DATAPREV e o SERPRO é retirar do Estado brasileiro ferramentas estratégicas para o desenvolvimento de políticas públicas, além de colocar em risco de exploração indevida os dados das pessoas e das empresas.
As privatizações favorecem corporações privadas que visam apenas lucros, pouco importando o papel social que estas empresas desempenham.
É por estas e por muito mais que a DATAPREV não pode ser privatizada e o SERPRO também não!


