O SINDADOS/MG se une ao Coletivo de Olho na Libertas na luta contra a exclusão do Diretor Eleito na Fundação Libertas.
Escolher seu representante é direito de quem paga pelo plano. Por que somente as patrocinadoras, que custeiam parte dos planos, podem indicar representantes na diretoria e os participantes, que também custeiam, não podem eleger UM ÚNICO representante?
O Diretor Eleito foi uma conquista histórica dos participantes da Fundação Libertas, fruto de muita luta! Não onera as finanças da Fundação Libertas, uma vez que foi realizado um rearranjo dos salários dos diretores, com redução dos vencimentos, para acomodar a remuneração do Diretor Eleito.
Se a conversa é falar em redução de custos, por que não reduzir um dos diretores indicados pelas patrocinadoras? Tem que ser feito esse corte justamente do lado do participante, retirando seu único representante? Afinal, cerca de 80% dos planos de benefícios são da modalidade CD (renda temporária com “poupança” individualizada), em que os riscos de não se atingir metas atuariais e, consequente, redução do benefício são integralmente do participante.
O Diretor Eleito é o único representante dos participantes da Diretoria Executiva da Fundação Libertas e, portanto, já há sub-representação. O ideal seria uma representação paritária ou, considerando que 80% dos planos são de risco total dos participantes, de maioria eleita pelos trabalhadores ativos e aposentados.
O fim da possibilidade de se eleger um diretor para a Fundação, como prevê o novo Estatuto, impacta diretamente no direito dos participantes de serem representados na gestão da Libertas.
O que há por trás dessa decisão autoritária da direção da Fundação Libertas? Os participantes exigem serem ouvidos e representados.
Protestamos veemente contra mais esse ataque!



