Organizar a luta pelo salário e por uma PPR igual para todos.
A direção da Totvs solicitou reunião com o sindicato, que aconteceu no dia 04/03, na qual a representante patronal explicitou o interesse em ver assinado um acordo específico de PPR entre Totvs/Comitê/Sindicato, deixando claro o entendimento da empresa de que gostaria de envolver o sindicato desde o início das discussões, reparando o atropelo que aconteceu em 2009, quando o assunto não foi discutido com o Sindicato. Nesta oportunidade a empresa esclareceu que já está se preparando para definir suas regras para 2010 e informou que, apesar de nãoconcordar com o pagamentode PLR independente do cumprimento de meta como prevê a Convenção Coletiva,cumpriu o princípio da Convenção, e como em anos anteriores ela já estava pagando um mínimo superior ao da CCT, correspondente a 30%, não existiu na empresa ninguém que recebesse menos de 30% de PPR.
Deixamos claro para a empresa que não nos furtaremos a negociar acordo específico de PPR, porém
mantínhamos o nosso entendimento de que este acordo, para ser assinado pelo sindicato, terá de implicar em melhoria da Convenção Coletiva do Trabalho para os trabalhadores da Totvs.
Num primeiro contato já foi possível perceber que o debate será intenso com a direção da Totvs, se quisermos garantir melhoria da CCT e do PPR do ano passado e é fundamental que os trabalhadores participem desta discussão e que nos mobilezemos juntos.
A empresa nos informou que estará organizando a eleição do comitê que discutirá o PPR de 2010, deixando claro o seu entendimento de que estes trabalhadores que compõem o comitê têm o papel fundamental de esclarecer em cada área de trabalho as regras do PPR sendo os interlocutores dos trabalhadores com a empresa dentro do local de trabalho. Entendemos que o comitê é uma modalidade de organização no local de trabalho (OLT) fundamental, que pode cumprir um papel importante, desde que seus membros (os representantes dos trabalhadores) tenham liberdade para intervir, discutir, defender os interesses dos trabalhadores de cada setor de trabalho.
Para ser de verdade a constituição de um comitê, com liberdade para expressar os interesses e as reivindicações dos trabalhadores, seus membros precisam ser eleitos legitimamente pelos seus colegas e precisam ter garantia de emprego. É Importante que a empresa e os trabalhadores reflitam sobre isto. Os representantes dos trabalhadores no comitê não podem nunca ser elemento de confusão e devem ter claro que acontecerá na empresa uma negociação de PPR e que na negociação existem interesses distintos sendo discutidos em mesa (empresa X trabalhador). Uma questão que já foi apresentada à empresa diz respeito à necessidade de participação do sindicato em qualquer negociação coletiva, uma vez que é ele o legítimo representante dos trabalhadores; o comitê não se confunde com o sindicato, nem tampouco substitui o sindicato.
Uma boa ação da empresa no sentido de demonstrar que quer a constituição de um Comitê de verdade, atuante, é aceitar o debate de garantia de emprego deste comitê com o sindicato, antes da sua constituição. O membro do comitê representante dos trabalhadoresprecisa ser da confiança dos trabalhadores, de tal forma que possamos potencializar, com a participação destes companheiros, a negociação que será feita pelo sindicato com a empresa.
A empresa nos informou que estará organizando a eleição do comitê que discutirá o PPR de 2010, deixando claro o seu entendimento de que estes trabalhadores que compõem o comitê têm o papel fundamental de esclarecer em cada área de trabalho as regras do PPR sendo os interlocutores dos trabalhadores com a empresa dentro do local de trabalho. Entendemos que o comitê é uma modalidade de organização no local de trabalho (OLT) fundamental, que pode cumprir um papel importante, desde que seus membros (os representantes dos trabalhadores) tenham liberdade para intervir, discutir, defender os interesses dos trabalhadores de cada setor de trabalho.
Para ser de verdade a constituição de um comitê, com liberdade para expressar os interesses e as reivindicações dos trabalhadores, seus membros precisam ser eleitos legitimamente pelos seus colegas e precisam ter garantia de emprego. É Importante que a empresa e os trabalhadores reflitam sobre isto. Os representantes dos trabalhadores no comitê não podem nunca ser elemento de confusão e devem ter claro que acontecerá na empresa uma negociação de PPR e que na negociação existem interesses distintos sendo discutidos em mesa (empresa X trabalhador). Uma questão que já foi apresentada à empresa diz respeito à necessidade de participação do sindicato em qualquer negociação coletiva, uma vez que é ele o legítimo representante dos trabalhadores; o comitê não se confunde com o sindicato, nem tampouco substitui o sindicato.
Uma boa ação da empresa no sentido de demonstrar que quer a constituição de um Comitê de verdade, atuante, é aceitar o debate de garantia de emprego deste comitê com o sindicato, antes da sua constituição. O membro do comitê representante dos trabalhadoresprecisa ser da confiança dos trabalhadores, de tal forma que possamos potencializar, com a participação destes companheiros, a negociação que será feita pelo sindicato com a empresa.
Deixamos claro para a empresa na reunião que aconteceu no dia 04/03, que numa negociação de PPR existem interesses distintos e antagônicos em jogo: 1) O interesse da empresa de aumentar seu lucro fazendo com que os trabalhadores produzam o máximo dentro dos planos da empresa; 2) E o interesse dos trabalhadores de colocar mais dinheiro no bolso a partir da compreensão política do quanto vale a sua força de trabalho para a empresa.
Mais importante do que a negociação de PPR, entretanto, é a negociação de data base, aquela que discute o reajuste de salário. É fundamental que os trabalhadores da Totvs compreendam que a verdadeira luta tem de ser pelo reajuste de salário.
É claro que não vamos abrir mão de nada que seja de interesse dos trabalhadores. Por isso mesmo, defendemos que o PPR seja para todos (sem distinção) e seja linear e não como fazem as empresas que pagam misérias para os trabalhadores que são os responsáveis por seus lucros e destinam altos valores para chefes e diretores. Porém mais importante é participar da campanha salarial e lutar pela reposição das perdas salariais e por aumento real de salário.
Vamos organizar reuniões dos trabalhadores da TOTVS para deliberarmos um plano de lutas.
É claro que não vamos abrir mão de nada que seja de interesse dos trabalhadores. Por isso mesmo, defendemos que o PPR seja para todos (sem distinção) e seja linear e não como fazem as empresas que pagam misérias para os trabalhadores que são os responsáveis por seus lucros e destinam altos valores para chefes e diretores. Porém mais importante é participar da campanha salarial e lutar pela reposição das perdas salariais e por aumento real de salário.
Vamos organizar reuniões dos trabalhadores da TOTVS para deliberarmos um plano de lutas.

